segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Futuro, seja bem vindo...


E ela queria chorar, mas era como se o choro estivesse entalado na garganta com se o seu sub consciente não permitisse que derramasse nem ao menos mais uma lágrima por ele, era com se sofrer por ele não fosse mais permitido, e de fato não era.
E foi um choque para ela, mas um choque de realidade, a realidade que ela precisava.
E então ela resolveu que não permitiria que o sofrimento entrasse, pois não podia jogar pela janela um plano de seis meses tão bem feito, e agora ela sorri para o futuro e diz... "Pode vir, não há mais nada que me prenda ao passado".

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